Mal se recuperando do grande show que deram ao derrotar o Íncubus em cima do palco, o grupo ouve um enorme estrondo vindo da parte de fora do Bar do Bardo. Ao chegarem à porta, deparam-se com Nihil destruindo tudo o que podia em Al Haram — principalmente o porto, onde estava atracada a Nau Voadora, ponto de fast travel do grupo.
Todos que estavam no bar fogem, restando apenas o grupo, que é observado por um alto elfo de cabelos loiros. Ele vê Mauro Jonas pegar o anel de Arya, enquanto a cantora é levada catatônica para seu camarim.
Decidindo também abandonar a cidade, já que ninguém tinha saco pra tankar a anja, o grupo encontra uma carroça com cavalos e a pega “emprestada” por tempo indeterminado. Os animais, estressadíssimos pelos barulhos e ataques de uma deusa, são acalmados quando Mördëkäy se transforma em cavalo e se junta a eles.
Na correria da fuga, o elfo se apresenta: Pianíssimo, mais um bardo que acaba se juntando ao grupo por consequência do destino. O mais curioso é que ele também possui um anel, e quando os dois são aproximados, produzem um efeito estranho — como se apontassem para algum lugar no ermo deserto de Mercator, funcionando como um farol místico.

Chegando a uma espécie de ravina, os anéis convergem para o mesmo ponto, e nesse instante surge um fucking tiranossauro rex. O grupo se espalha: alguns escalam a ravina, outros ficam na parte de baixo para enfrentar a criatura de frente.

Dunguy tenta lançar os dois cavalos em disparada para distrair o T-rex e fazê-lo esquecer o grupo, mas falha miseravelmente — e só perde nosso transporte.
Depois de derrotarem o monstro, Pianíssimo e Mauro percebem que os anéis agora apontam para a barriga do bicho. Assim, Dunguy abre o estômago da criatura e encontram o terceiro anel. Com as três bijuterias em mãos, o sinal se intensifica e, guiados por ele, acabam chegando a um templo de areia no meio do deserto. O local parece vazio, mas os anéis ativam seus portões ancestrais de pedra e areia, que se abrem.

Eles adentram o lugar os anéis se desfazem e eles passam por um corredor de espelhos, até encontrarem uma estátua mais à frente. Organizando os espelhos corretamente, iluminam os olhos da estátua de dragão e liberam a passagem para o terceiro e maior cômodo: um gigantesco salão com uma estátua de dragão de três cabeças sobre um altar, e um pequeno feixe de luz à sua frente.
Seguindo o padrão, o grupo decide utilizar o sol para passar. Cher opta por ampliar a iluminação do cômodo, lançando um ataque no pequeno buraco por onde a luz entrava. Com mais luz no ambiente, Dunguy se posiciona abaixo dela e, magicamente, lhe é feita uma pergunta. Ele responde — e erra.

A estátua então começa a se mover, revelando ser na verdade um construto: um dragão negro e verde, que imediatamente passa a atacar o grupo. Cada membro tenta encontrar formas de enfraquecê-lo, até que partes de seu interior são reveladas. Mephis e Mauro Jonas decidem destruir o mecanismo por dentro para afetar seu funcionamento. Por fim, já mais debilitado, Cher lança um feitiço (de uma distância segura) e consegue desligar o bicho de vez.
Ao derrotá-lo, é revelada talvez uma das relíquias do caos que o grupo procurava: a Espada Vorpal Esmeralda, criada como salvaguarda para o caso de Nihil se rebelar.
Contador deda sessão
críticos
naturais
grana
mortes