O bode, as árvores e o exilado

O bode, as árvores e o exilado

  O monstruoso olho, ao tocar o chão, começa a se fragmentar em partículas douradas que flutuam lentamente pelo ar. O grupo permanece imóvel, catatônico, o vazio da perda de Lancelot preenchendo cada canto daquele espaço. Ninguém diz nada. Nenhuma piada, nenhum...
A torre, o tempo e o olho

A torre, o tempo e o olho

Ouve-se gritos e comemorações. Aldeões erguem suas ferramentas, improvisadas como armas, rodeando os Nine. Rimmia havia sido protegida. Entre a multidão, latidos ecoam e Mördëkäy surge, língua de fora, ainda em sua forma caramelada. Mas, como a cabeça de uma hidra, os...
O vinho, o pato e o bruxão

O vinho, o pato e o bruxão

A bandeira da Comuna tremulava tímida a meio mastro naquela manhã.Não havia honrarias, tampouco tempo para luto em Das Kapital, mesmo com a queda de Adriel, o maior símbolo de resistência e justiça que a nação já conheceu. A capital estava devastada. Chamas azuladas...