unNo deserto, o grupo decide voltar a Brevênia e decidir seu novo rumo, por ela ser tão central no continente. Chegando lá, o clima se mostra estranho: a cidade está muito silenciosa, com pouquíssimas pessoas andando pelas ruas, e as que andam estão de cabeça baixa e sussurrando.

Os cidadãos são questionados, mas ninguém toca muito no assunto. Sendo assim, o grupo se direciona ao Bonança, que se encontra fechado e vazio. Em um bar próximo, descobre-se que a cidade está lotada de um grupo de homens vestindo uma espécie de pano branco por cima das roupas, com um símbolo de fogo no peito — inclusive dois deles estão no bar.

Dunguy tenta ter uma conversa amigável com eles, mas infelizmente se vê obrigado a explodir a cabeça de um com seu martelo. O outro também é morto, mas não de forma tão gore. Nisso, aparece Gaticus, o gato que fala em terceira pessoa, um antigo conhecido de alguns do grupo.

Ele leva o grupo até sua moradia e conta o que aconteceu em Brevênia depois do surgimento de Nihil. Enquanto isso, Mephis tenta fazer um reflexo de luz com um espelho para o Gaticus perseguir.

Em Althira, a feiticeira Ethra se isolou e sumiu. Com isso, um grupo extremista religioso tomou força e se espalhou pelo continente — o mesmo grupo com roupas simples e o símbolo de fogo no peito que o grupo viu.

Os inquisidores chegaram a Brevênia mostrando a que vieram: caçando qualquer praticante ou simpatizante de magia e matando-os. As três maiores catedrais da cidade estão fechadas e seus clérigos mortos, assim como o dono do Bonança, por simpatizar com praticantes de magia. Dunguy comprova isso indo até sua catedral e encontrando-a fechada.

Alguns do grupo consideram isso inaceitável e decidem acabar com a palhaçada, bolando um plano ousado. Gaticus ajuda arranjando alguns disfarces de inquisidor para o grupo. Cher se transfigura no inquisidor que teve a cabeça explodida no bar, Mördëkäy se transforma em um vira-lata caramelo e Pegoretti conhece Rubens, o Simples, no bar, dizendo-se interessado em entrar para a religião.

No dia seguinte, o plano é posto em prática. Gaticus leva o grupo por uma passagem secreta de cavernas pelo fosso do castelo principal — onde ele costumava levar… especiarias para os nobres. A ideia era o grupo entrar mocosado ao pôr do sol e matar o líder inquisitor da região, Ditpaul.

O plano dá ruim quando, na entrada do castelo, o grupo vê um palco com uma fogueira preparada e os inquisidores prontos para queimar a clériga de Elbath, uma das três principais religiões. Cher, usando a Crucitadora, cria uma escuridão total e Mephis sobe no palco, desamarra a clériga e vaza com ela. Enquanto isso, Pegoretti entra no castelo com Rubens para ser apresentado ao líder e entregar o alaúde mágico que “pegou de um outro cara”.

Assim, Gaticus leva o restante do grupo até a entrada da passagem secreta e retorna com a mina traumatizada. Adentrando as cavernas, o grupo segue ouvindo pelas paredes até o salão onde os itens mágicos são confiscados.

Na porta dele, Pegoretti conversa com Ditpaul e o grupo se revela. Uma batalha é travada e, mais uma vez, Dunguy explode a cabeça do líder. Rubens também é morto por falar merda demais.

O loot final são 1.000 peças de ouro divididas entre o grupo, um par de cimitarras mágicas que têm algum domínio sobre a água (ficam com Mephis) e uma trompa de batalha mágica com domínio sobre o vento (fica com Dunguy).

Por fim, o grupo se despede do castelo, com Mördëkäy lambendo a própria caceta e Cher deixando uma marca mágica na parede ao lado do salão saqueado e dos corpos de Ditpaul e Rubens: 9.

 

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