Com a derrota de Bayle e o pu*&%#@ço performado, os aventureiros decidem vilipendiar o cadáver do dragão. Porém, ao descobrirem suas propriedades venenosas, percebem que a ideia de um churrasco se tornava inviável. Contentam-se em recolher algumas presas, pontas de garra e amostras de sangue.

A ilha ficava próxima do litoral do Punho de Bael, Costa Leste, onde Igon — filho de Ygor com Y — havia mencionado existir um castelo, recompensa prometida pela ajuda contra o inimigo dracônico. Assim, partem naquela direção. No caminho, Cher questiona Mauro Jonas sobre como se sentia ao retornar para sua terra natal, que ele desprezava. Mauro diz que estava tudo bem, mas recomenda que Cher se transforme em homem, já que os locais não eram lá muito amistosos com mulheres.

Em Costa Leste, o Capitão Ahab atraca no porto e aguarda seu retorno, embolsando 35 peças de ouro pela viagem — tornando-se provavelmente o capitão mais rico de todo aquele mar.

A primeira impressão da praia é comum: areia, pedras, penhascos e matas junto ao litoral. Até aí, tudo certo, como diria o frango na porta do forno. Decidem então seguir para o local mais próximo onde pudessem colher informações sobre o paradeiro de Igon: uma taverna.

No caminho, passam por fortes militares e acampamentos, onde percebem que a maioria da população local está na meia-idade. Os moradores se aposentam cedo e possuem uma fascinação quase sexual pelo exército e seus soldados — fato que faz os olhos de Mephis brilharem a cada passo. Outra curiosidade do percurso: meio-fios, troncos de árvores e postes possuem pintura impecável na cor branca.

Ao entrarem na taverna, o forte cheiro de cerveja Porter toma conta. Dirigem-se ao taberneiro, Vigo, que enxuga uma caneca enquanto conversam. Descobrem que Igon era muito popular entre os locais, embora marcado por uma história trágica de perdas familiares e mutilações.

Cher pergunta se Vigo sabe a localização do castelo, mencionando informações importantes sobre o dragão — o taberneiro, sem saber da morte de Igon, aponta para sempre a direita, em direção ao Recanto do Cadete. Sem demora, partem para lá, onde encontram o castelo herdado e exploram seus arredores.

No trajeto, cruzam com um grupo de arqueólogos extremamente empolgados, que buscavam aventureiros para ajudá-los a explorar uma caverna tomada por goblins. Intrigados com o fato de arqueólogos do Punho de Bael estarem em missão tão sigilosa que apenas as autoridades, decidem aceitar.

Guiados até a entrada da caverna, deixam os estudiosos aguardando e seguem para a exploração. Mephis, por ser Drow — raça temida pelos goblins —, lidera a entrada ao lado de Cher, que se transforma em um também. Depois de algum tempo adentrando pelo covil, encontram alguns goblins que os conduzem até seu rei.

Deparam-se então com o maior goblin que já viram — não em força, mas em pura obesidade mórbida. Sentado num trono de pedra, o monarca sequer parecia lembrar como usar as pernas. Ao seu lado, um canhão rudimentar, que talvez fosse mais ameaça do que arma funcional.

Uma conversa surpreendentemente civilizada se segue, onde ambas as partes expõem seus interesses. Chegam a um acordo: os goblins abandonariam a caverna e se mudariam para o castelo recém-conquistado, recebendo 50 peças de ouro mensais para tocarem a vida.

Retornando à entrada, explicam a situação aos arqueólogos e adentram mais a fundo, acompanhados por cinco dos melhores goblins disponíveis: Glork, Blorg, Drork, Vlorg e Lancelot — este último, o menor goblin já visto, mirrado, de óculos redondos e carregando um livro antigo, possivelmente um dicionário.

Pouco depois, encontram uma sala onde um baú solitário repousava no centro. Mephis, sedento por tesouros, avança e tenta abri-lo, apenas para descobrir tratar-se de um Mímico, que o engole até a cintura. Os ataques diretos poderiam ferir Mephis, então Mördëkäy convoca uma alcatéia de lobos, que ataca o inimigo com precisão. Cher usa um feitiço de controle para forçar o monstro a cuspir o elfo, permitindo que Mauro Jonas finalize a criatura com sua espada vorpal.

Prosseguindo, encontram uma engenhoca que necessitava de carvão para funcionar. O corpo do Mímico serve como combustível improvisado, iluminando o restante da caverna.

Em seguida, atravessam um abismo sobre frágeis pontes — perdendo um goblin no processo. Combinando meios naturais e mágicos, completam o desafio e chegam a um grande salão de pedra trabalhada, onde uma coluna de livros em meia-lua toma o centro.

Ali, o desafio final: uma Androsfinge solitária e entediada por séculos sem plateia. A criatura propõe três enigmas, permitindo duas tentativas para cada aventureiro. As respostas, todas relacionadas aos elementos ar, fogo e água, custaram muitas tentativas e piadas ruins da Androsfinge, que visivelmente cansava da demora.

Por fim, com os acertos, a guardiã abandona seu palco, partindo em busca de novas plateias. Buscando informações na câmara, é revelado em textos antigos que Nihil foi criado ali, Mephis aproveita a oportunidade e investiga a coleção de livros, encontrando um misterioso anel com inscrições indecifráveis — mas que ele reconhece de imediato: um anel dos desejos.

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